segunda-feira, 29 de abril de 2019

Sindicatos do setor de mineração do Ceará lançam Plano Diretor com presença de diretores da ANM

Sindicatos ligados ao setor de mineração do Ceará lançam, na próxima terça-feira (30), com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Plano Diretor de Mineração para a Região Metropolitana de Fortaleza.
O presidente do Sindiminerais, Ricardo Cavalcante, será o
anfitrião do evento que acontecerá na Casa da Industria
O evento acontecerá às 08h30, no auditório Luiz Esteves e contará com a presença dos Diretores da Agência Nacional de Mineração (ANM): Tasso Mendonça Júnior, Tomás Antônio Albuquerque de Paula Pessoa Filho e Débora Toci Puccini. Na ocasião, os convidados participarão de debate com os representantes dos sindicatos envolvidos e empresários sobre as demandas do setor e as novidades do segmento.
Na obra, são apresentadas medidas que buscam fomentar o desenvolvimento da mineração sustentável, integrando a indústria nas ações de planejamento da RMF. O primeiro Plano Diretor de Mineração da Região Metropolitana de Fortaleza foi publicado em 1998, quando a região tinha nove municípios, sendo atualmente composta por 19.
O presidente do Sindminerais, Ricardo Cavalcante, reforça a importância do encontro, alertando que os bens minerais são fundamentais para o desenvolvimento econômico do Brasil. “Não existe condições de haver crescimento sem a mineração estar presente. A mineração oferece matéria prima para os mais variados tipos de indústrias, como construção civil, siderúrgicas, fertilizantes, etc. Muitas vezes o nosso setor é até discriminado, mas isso acontece porque a sociedade não se dá conta da quantidade de coisas que utilizamos no dia a dia que vêm da mineração”, afirma.
Participam do evento e da obra, além do Sindminerais, o Simagram - representado pelo presidente Carlos Rubens Araújo Alencar; o Sindcerâmica - representado pelo presidente Marcelo Guimarães Tavares; o Sindibrita - representado pelo presidente Abdias Veras Neto e o Sindbebidas - representado pelo presidente Cláudio Sidrim Targino.

Sobre o Plano Diretor de Mineração
Os planos diretores de mineração têm como objetivo disciplinar o aproveitamento das substâncias minerais, principalmente de grande alcance social como as matérias-primas usadas na construção civil.

SERVIÇO:

Lançamento do Plano Diretor de Mineração para a RMF

Data: 30 de Abril (terça-feira)

Horário: 8h30

Local: FIEC - Auditório Luiz Esteves (Av. Barão de Studart, 1980 - Aldeota)
Fonte: ENGAJA Comunicação

Governo do Ceará se reúne com empresa de infraestrutura chinesa

Participaram do encontro diretores e o vice-presidente da CCCC, Sun Ziyu,
além do assessor especial de Assuntos Internacionais, César Ribeiro.
Durante seu penúltimo dia de viagem à China, nesta segunda-feira, 29, o governador Camilo Santana (PT) realizou reunião com representantes da China Communications Construction Company (CCCC) para discutir novas parcerias para o setor de infraestrutura.
A instituição é uma das maiores no segmento, com faturamento global de US$ 70 bilhões. O chefe do executivo cearense ressaltou que os novos investimentos podem significar "maior impulso" da economia do Estado, além de mais geração de emprego.
"O Complexo Industrial e Portuário do Pecém tem crescido muito e, com a atração de novas empresas, precisamos dotar o Ceará de uma infraestrutura que seja adequada para receber os empreendimentos", afirmou o governador, em matéria publicada no site do governo do Estado.
Participaram do encontro diretores e o vice-presidente da CCC, Sun Ziyu, além do assessor especial de Assuntos Internacionais, César Ribeiro. Camilo Santana encerra a agenda internacional nesta terça-feira, 30, em reunião com diretores da Empresa Huawei, uma fornecedora de equipamentos para redes e telecomunicações.

Superintendente de Fiscalização da Agencia Nacional de Água afirma que “Barragens do Nordeste demandam atenção maior”.

O superintendente de Fiscalização da ANA, Alan Lopes,
relata empecilhos na efetivação da Lei.
Em entrevista ao Sistema Verdes Mares, o superintendente de fiscalização da Agência Nacional das Águas (ANA), Alan Lopes, destaca a necessidade de, devido às características do semiárido, dar maior atenção às barragens do Nordeste na quadra chuvosa e enfatiza que gargalos severos comprometem a garantia de segurança desse tipo de estrutura no Nordeste, sobretudo, nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.

A Política Nacional de Segurança de Barragens estabelece os critérios para fiscalização. Hoje, quais os maiores gargalos para o cumprimento das determinações? No Nordeste há alguma especificidade?
Essas dificuldades estão relacionadas primeiro a uma questão de governança e a coordenação entre os fiscalizadores da Política Nacional de Segurança de Barragens. Porque nós temos mais de 30 fiscalizadores e a política não definiu um órgão central que coordenasse a atuação desses órgãos. Acaba  que cada órgão tem que editar suas próprias normas de forma bastante autônoma.

Quais outras questões comprometem esse andamento?
Uma outra questão é a sustentabilidade financeira dos órgãos fiscalizadores e empreendedores, principalmente os públicos e particulares com baixa condições econômicas para cumprirem os requisitos da Lei. A Lei (12.334/2010) é muito rigorosa em termos de exigência e elas são comuns para vários tipos de barragens.
Então, dependendo da classificação dela - em relação aos danos que ela provoca, rompimento, estado de conservação - ela tem frequências diferentes de inspeção. Mas não há muita diferenciação em relação ao custo para o atendimento da Lei.
Os empreendedores que são pequenos não têm as condições para fazer o Plano de Segurança e ação de emergência porque isso exige o levantamento topográfico de áreas imensas.
Leia a entrevista completa em: Jornal Diário do Nordeste

No Ceará, 45% da frota têm mais de 10 anos de utilização

Curiosidade; a maior parcela dos novos está concentrada no interior.
São 404.070 contra 292.029 na capital.
O Brasil mantém um ritmo intenso, nos últimos dois anos, de retomada no emplacamento de veículos. E a mesma realidade é replicada no Estado. Mas, a alta não foi suficiente para impedir o contínuo envelhecimento da frota.
No recorte local, por exemplo, mesmo com 11,8 mil autos e comerciais leves comercializados de janeiro a março deste ano, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) revelou uma baixa de 11,96% do número de veículos com até cinco anos, comparando ao acumulado até março de 2018, significando só 22% dos 3,2 milhões dos veículos registrados no Estado até março de 2019. Por curiosidade, a maior parcela dos novos está concentrada no interior. São 404.070 contra 292.029 na capital.
A queda é refletida na revenda do seminovo. Com a oferta reduzida em modelos com até três anos, a venda nessa categoria despencou 13,6% no acumulado desse primeiro trimestre. Em compensação, a procura das opções mais antigas aumentou, como os maduros de 9 a 12 anos, que tiveram um crescimento de 28,2%. Os jovens (4 a 8) e velhinhos (acima dos 13 anos) também subiram, tendo 10% mais vendas até março de 2019, comparado a igual período do ano passado.
De acordo com Everton Fernandes, presidente do Sindicato das Revendedoras de Veículos do Ceará, os clientes migraram também com força para os zeros. Porém, visualmente não será possível ver essa transição neste ano. "Isso vai fazer com que nosso mercado a curto prazo, em um a dois anos, melhore a situação nessa questão de uso até três anos. Porque em 2018 houve crescimento dos novos e 2019 está se caracterizando por um aumento maior ainda", destaca.
A previsão, segundo a Fenabrave (Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores), é que o mercado se desenvolva de 10 a 15% neste ano. É o que aponta Fernando Pontes, presidente da entidade seção Ceará.
"A crise fez com que as pessoas adiassem o seu desejo da compra, mas os bancos estão começando a financiar mais, há uma oferta de crédito muito grande, com taxas baixas e mais facilidades. Além disso, a inadimplência caiu. Isso tudo fez com que o mercado começasse a reagir. Não é à toa que o aumento de venda desse primeiro trimestre já é uma sinalização que iremos ter um volume bom este ano", aponta.
Enquanto isso, a maior parcela dos veículos do Ceará continua com idade de 5 a 10 anos de uso, são 33%. Atualmente, isso significa mais de 1 milhão, sendo uma alta de 5,22% comparada à realidade de março de 2018. A segunda representatividade da frota está naqueles acima dos 15 anos, com pouco mais de 900 mil e 28% da fatia total dos emplacados. Essa quantidade representa aumento de 6,95% diante dos números de março de 2018. "A frota envelheceu em função da crise que abateu o setor. Significa que, de seis a oito anos atrás, se vendia aqui no Estado em torno de 60 mil carros. Com a crise, caiu para 20 a 30 mil carros por as pessoas segurarem a compra do novo, preferindo ficar com o usado até melhorar as coisas", completa Pontes.

Retrato nacional
Embora o mercado tenha crescido 1,33% no acumulado de 2017 e 13,58% no ano seguinte, com mais de 3,65 milhões de novos veículos nas vias nacionais em 2018, o Brasil também tem frota envelhecida.
A idade média dos automóveis em circulação subiu para 9,7 anos e a tendência é chegar aos 10 anos em 2020, conforme o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores.
Para o setor automotivo, ter uma frota mais nova é melhor para a economia brasileira. Até mesmo para quem vende usados. "Por questão de garantia que é preciso dar pela revendedora, é melhor vender carro com dois ou três anos de uso do que cinco a sete, porque a tendência desses carros antigos é precisar de mais manutenção", pontua Everton.
No entanto, já no outro lado da balança, o Estado não está preparado, segundo Everton, para o cenário almejado de ter carros mais novos. "A gente passaria a ter um outro problema. Para que essa frota se renove, a nossa malha viária talvez não atenda o crescimento. A tendência é que entre mais carros do que saiam de circulação", acrescenta.
Com Diário do Nordeste

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Aracati exportou US$ 2,46 milhões em sucos de frutas no primeiro bimestre do ano

O município de Aracati exportou no primeiro bimestre de 2019 um total de US$ 3,85 milhões e passou a ocupar no ranking cearense das principais cidades exportadoras o posto de 11º lugar. De acordo o estudo realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, o valor é 29,1% maior que a do mesmo período de 2018. As importações somaram US$ 94,8 mil, o que representa um salto de 295,1% em relação ao ano anterior. A balança do município ficou superavitária com um total de US$ 3,76 milhões – um crescimento de 27% ante o mesmo período do ano passado.
As exportações do suco de frutas somaram US$ 2,46 milhões
em janeiro e fevereiro de 2019.
Sucos de fruta são os principais itens vendidos ao exterior pelo município. As exportações do produto somaram US$ 2,46 milhões em janeiro e fevereiro de 2019. O montante representa 64% do total exportado por Aracati, tendo crescido 17,5% em relação ao ano anterior. Holanda foi o maior consumidor das vendas da cidade, totalizando US$ 1,53 milhões. O consumo holandês dos produtos de Aracati elevou-se em 129,2%, se comparado ao do primeiro bimestre de 2018 e, juntamente com os Estados Unidos, representam uma participação de 67% do total exportado.
As partes de geradores elétricos são os principais itens importados pelas empresas do município, com 76% do total (US$ 72,6 mil).  O 2° item mais importado foram interruptores de corrente, como relés. O dispositivo eletrônico somou, no intervalo observado US$ 15,8 mil. As aquisições da cidade são originárias, em sua totalidade, da China.

Fonte: GECON/FIEC 

terça-feira, 2 de abril de 2019

Vila Gale oferece hospedagem virtual no WTM-2019

A WTM Latin America está acontecendo no Expo Center Norte,
em São Paulo, e irá se estender até quinta-feira (4).
Começou hoje, 2, a 7ª edição do World Travel Market (WTM) Latin America. Realizado em São Paulo, Brasil, esse evento business-to-business (B2B) atrai um público mundial para se reunir e determinar o rumo do setor de viagens e turismo. Ao longo de três dias, 8.000 visitantes influentes e 600 empresas expositoras fazem networking, negociam e se atualizam com  as últimas notícias do setor.A Vila Galé, maior rede de resorts do país, apresenta novidades durante a WTM Latin America. Pela primeira vez, o grupo traz o projeto Viva Vila Galé, no qual os visitantes são convidados a participarem de uma experiência de hospedagem em realidade virtual 360º nas unidades de Touros e Rio de Janeiro.“A ideia desta ação é trazer uma experiência de live marketing, na qual o objetivo é permitir que os visitantes interajam com os nossos produtos”, explica a diretora de vendas Adriana Borges.
Em sua abertura, o evento contou com diversas autoridades como o Ministro do Turismo Marcelo Álvaro Antonio.