segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Nordeste Forte: financiamento e tributação entre prioridades para região

 Financiamentos, tributação e infraestrutura são os temas que vão pautar a mais nova gestão da Associação Nordeste Forte, que será assumida nesta segunda (22) pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Ricardo Cavalcante. A entidade, que é ligada à Confederação Nacional da Indústria (CNI), tem como propósito reunir os principais representantes do setor industrial nos nove estados nordestinos rumo ao fortalecimento da competitividade econômica da Região.

“Nós temos uma agenda para discussão de financiamentos da região, uma pauta que estamos discutindo muito; na parte também de tributação, de infraestrutura – que é uma área muito importante, porque o Nordeste precisa de muita coisa pra ser feita –, na parte de energia, de transportes, infraestrutura urbana e hídrica também. E cada etapa nós iremos discutir e acompanhar”, disse Ricardo Cavalcante em entrevista ao Diário do Nordeste na última quarta-feira (17). 

Uma das vitórias alcançadas por meio da Associação Nordeste Forte, conforme lembrou o presidente da Fiec, se trata da Medida Provisória 1017, atualmente no Congresso. “Para você ter uma ideia, foi um trabalho da Nordeste Forte, junto com a associação do Norte, conseguir sair com essa MP 1017, que faz a renegociação do FNE e do FNO, bem como do Finor. Foi um trabalho feito pela Associação que hoje, graças a Deus, se encontra no Congresso em forma de Medida Provisória, um problema que tem mais de duas décadas e não conseguia se resolver”, disse.

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quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Emprego na indústria cearense reage e apresenta primeiro crescimento no ano

A maior parte dos indicadores industriais do Ceará apresentou resultados positivos em agosto de 2020, de acordo com a pesquisa Indicadores Industriais, realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC).
São considerados Indicadores Industriais os dados relativos ao faturamento real, horas trabalhadas na produção, emprego, massa salarial real e rendimento médio real.
O indicador 'Emprego' variou positivamente pela primeira vez desde janeiro, aumentando em 0,8% em relação ao mês anterior. Na mesma esteira, o 'Faturamento Real' cresceu 12% em relação a julho - a segunda maior taxa de crescimento registrada no ano - alcançando o nível pré-pandemia no índice, enquanto que 'Massa Salarial Real'aumentou em 0,3% no período. 
O destaque, segundo a Fiec, ficou com a 'Utilização da Capacidade Instalada', que registrou o maior valor desde de novembro de 2019, alcançando 79,6% de utilização. O resultado mostra aquecimento da produção, confirmado pela produção física da 'Indústria Geral', que registrou um aumento de 5,7% em agosto no Ceará.



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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Aeroportos: tarifas aumentam em Fortaleza, Florianópolis, Porto Alegre e Salvador

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) reajustou os tetos das tarifas dos aeroportos internacionais de Florianópolis (SC), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE) e Salvador (BA), conforme decisões publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, dia 28. O aumento abrange as tarifas de embarque, conexão, pouso, permanência, armazenagem e capatazia.

No Aeroporto de Fortaleza o reajuste das tarifas foi de 2,7452%, de acordo com a Anac. A partir de 29 de setembro, os passageiros pagarão R$ 33,10 no embarque nacional e R$ 58,46 no internacional. As tarifas de conexão de voos domésticos e internacionais têm o mesmo valor: R$ 10,10. 

Leia mais em Diário do Nordeste

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segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) promove Fórum de Transformação digital

Antonio Nunes, CEO da Angola Cables participa do Fórum promovido Pela Federação das Indústrias do Estado do Ceará )FIEC)

Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) promove nesta terça-feira, 25 de agosto, às 19h30 o 1º Fórum de Transformação Digital no período pós Covid-19. Na ocasião, Antonio Nunes, CEO da multinacional de telecom Angola Cables vai discorrer no painel “Telecomunicações, segurança cibernética e LGPD em tempos de pandemia. Temos a devida infraestrutura de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) para dar conta dos atuais desafios de transformação digital das indústrias cearenses? Quais as principais dificuldades?”

Com a mediação de Ronara Sousa, consultora do Senai e Tadeu vieira, Gerente de TIC da FIEC, no painel ainda participam: Sayde Bayde, Diretor Comercial da Mob Telecom; Helder Galvão, CEO da Nós8; Rafael Timbó, Executivos de Negócios Públicos da Energy Telecom; Rawlison Brito, CEO da Morphus.

O fórum reúne as principais empresas e instituições do Ceará e de todo o Brasil voltadas à transformação digital. O objetivo do evento será desmistificar os diversos temas deste universo, demonstrando por meio de exemplos práticos e de ferramentas como as indústrias cearenses, em especial pelas micro e pequenas empresas, podem superar dos desafios impostos pela pandemia.

António Nunes é CEO da Angola Cables. Engenheiro eletrotécnico pela Universidade Técnica de Dresden (Alemanha), tem mais de 15 anos de experiência no setor de telecomunicações. Esteve na UNITEL, a maior operadora angolana de telecomunicações móvel, ocupando cargos de liderança no desenvolvimento da rede da empresa, o que inclui acesso (2G e 3G), core (monolítico e softswitch) e transmissão (microondas e fibra óptica), bem como a infraestrutura associada a eles.

Nunes, tem sido presença assídua em discussões mundiais dedicadas a 4ª revolução tecnológica. Sob sua gestão, a multinacional foi convidada e passou a ser membro efetivo do World Economic Forum (WEF), em 2018, sendo a primeira empresa angolana a pertencer ao mais prestigiado fórum de líderes empresariais e políticos do mundo. Neste ano de 2019, Nunes foi nomeado pela Data Economy como um dos 200 líderes do mundo mais influentes em telecomunicações.

As inscrições bem como acesso podem ser feitos via o link: https://bit.ly/3hHb3dS

 

 

Serviço:

1º Fórum de Transformação Digital promovido pela FIEC

Data: 25 de agosto

Horário: 19h30

Inscrições e acesso: https://bit.ly/3hHb3dS



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quinta-feira, 6 de agosto de 2020

Após rompimento com TwoFlex, Gol busca parceria para voos regionais

Acordo para a realização de voos de Fortaleza a cidades do interior do Ceará, foi rompido, após aquisição da TowFlex pela Azul Linhas Aéreas. Fruto de negociações com o estado, operações regionais mal começaram e, com a pandemia, votaram a zero

Aeroporto de Jericoacoara, na cidade de Cruz/Ce.
Lançados em dezembro do ano passado após meses de negociação entre o Estado e a Gol para incentivar a aviação regional no território cearense, os voos de Fortaleza a oito cidades do interior mal começaram e estão há pelo menos quatro meses suspensos por conta da pandemia. As linhas eram operadas pela TwoFlex, que foi adquirida pela Azul Linhas Aéreas em janeiro. Apesar de garantir a manutenção das operações em um primeiro momento, a Gol encerrou o contrato existente com a companhia de menor porte em meio ao contexto da pandemia e agora busca outra parceria para a aviação regional.
Em nota à reportagem, a Gol informou que "tem tratativas com outras empresas que prestam o mesmo tipo de serviço que foi oferecido pela TwoFlex, cujo acordo foi encerrado em fevereiro/2020".
A companhia disse ainda que avalia as oportunidades para o seu negócio e que "com certeza as operações em aeroportos regionais serão retomadas tão logo ocorra uma normalização da demanda e soluções mais concretas para a Covid-19". "A Gol foi a pioneira no desenvolvimento dessa parceria comercial que leva o transporte aéreo a cidades com menor demanda e que não sustentam a operação de aeronaves de maior porte e teremos outros parceiros desenvolvidos para manter o nosso plano", completa a nota.
Há pelo menos quatro meses sem movimentação de passageiros e sem voos regulares comerciais, os principais aeroportos regionais do Ceará ainda aguardam uma melhora nos cenários econômico e pandêmico para voltarem às operações. A baixa demanda por conta da Covid-19, aliada às restrições de viagens, obrigou companhias aéreas a suspenderem frequências que vinham crescendo em sete terminais do Estado no início deste ano, com voos que ligavam o interior e litoral a Fortaleza.
Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), foram movimentados mais de 43 mil passageiros de janeiro a junho deste ano em sete aeroportos regionais do Ceará (Crateús, Aracati, Jericoacoara, Iguatu, São Benedito, Sobral e Tauá). O resultado se refere basicamente aos meses de janeiro a março, uma vez que em abril, maio e junho, por conta do avanço da pandemia, não houve tráfego nestes terminais.

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Programa que libera crédito a pequenas e médias empresas via maquininha vai à sanção

BNDES atuará como agente financeiro da União e deverá repassar
os recursos às instituições financeiras. Foto: Agencia Brasil
O Senado aprovou nesta quarta-feira (29) medida provisória que destrava a concessão de empréstimos para pequenas e médias empresas e que libera o crédito via maquininha. O texto obteve 73 votos favoráveis e nenhum contrário. A medida será agora encaminhada para sanção do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido).
A MP (medida provisória) cria o programa emergencial de acesso a crédito, e é voltado a empresas que tenham registrado receita bruta anual maior que R$ 360 mil e menor ou igual a R$ 300 milhões no ano passado.
No Senado, a medida foi relatada pelo senador Marcos Rogério (DEM-GO), que analisou 36 emendas apresentadas à proposta. Nenhuma delas foi acatada. Segundo ele, juntas, as cerca de 9 milhões de micro e pequenas empresas no País representam 27% do PIB.
"As micro e pequenas empresas são importantes geradoras de riqueza no Comércio no Brasil, já que respondem por 53,4% do PIB deste setor", disse o relator.
O crédito será operacionalizado pelo FGI (Fundo Garantidor para Investimentos), administrado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A proposta permite que a União possa aumentar em R$ 20 bilhões de reais a sua participação no FGI.
Os valores não utilizados até 31 de dezembro de 2020 para garantia das operações ativas serão devolvidos à União por meio do resgate de cotas, até 60 dias após a emissão do parecer da auditoria independente do FGI referente a 2020.

Maquininhas
A medida provisória também cria o programa de crédito via maquininhas para micro e pequenas empresas. Esse empréstimo poderá ser concedido por adquirentes -como Cielo, Rede, PagSeguro e Stone- que estejam vinculados a uma instituição financeira autorizada pelo Banco Central.
As operações de crédito contratadas no âmbito das maquininhas serão integralmente custeadas com os recursos da União alocados para o Programa. O risco de inadimplemento das operações de crédito e as eventuais perdas financeiras relativos ao Programa também serão custeados pela União.
"[A medida] está criando condições adicionais para que o crédito chegue mais facilmente à "ponta", isto é, aos agentes econômicos que tanto necessitam de recursos para manter seus negócios em funcionamento", afirmou o relator.
O juro será de 6% ao ano sobre o valor concedido, e a empresa terá 36 meses para quitar a dívida, incluindo nesse prazo a carência de seis meses para início do pagamento -haverá incidência de juros nesse período. O valor máximo que poderá ser emprestado é de R$ 50 mil. Segundo o relator, a medida vai gerar liquidez à economia no momento de pandemia causada pelo novo coronavírus.
O BNDES atuará como agente financeiro da União e deverá repassar os recursos às instituições financeiras que protocolarem operações de crédito a serem contratadas no programa de maquininhas. O banco de fomento também receberá os reembolsos de recursos dos bancos e vai repassá-los, em até 30 dias, à União.
A União poderá transferir R$ 10 bilhões ao BNDES para o programa de crédito via maquininhas. Esse dinheiro será remunerado pela média da taxa básica Selic enquanto estiverem no BNDES e pelo juro de 3,25% ao ano quando aplicado nas operações de crédito do programa de maquininha.
Com Diário do Nordeste


sexta-feira, 24 de julho de 2020

Mesmo com pandemia, novas contratações crescem 70% no Porto do Pecém no Ceará

Apesar do resultado positivo, Sine/IDT previa número de vagas
três vezes maior antes da pandemia devido à quantidade
e grandeza de projetos previstos
Foto: Carlos Marlon
Entre janeiro e junho, 872 trabalhadores foram contratados na região, segundo levantamento do Sine/IDT Pecém. Empresas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém são responsáveis por expansão do mercado local
Ainda que em meio à crise econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus, empresas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) têm conseguido expandir as operações e as contratações. Segundo o Sistema Nacional de Emprego do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (Sine/IDT) no Pecém, 872 pessoas foram contratadas no primeiro semestre desde ano, um crescimento de 70% em relação a igual intervalo de 2019.
O número também é maior que o observado no primeiro semestre de 2018, quando foram contratados 551 funcionários, um salto de 58%.
O gerente do Sine/IDT no Pecém, Grijalba Marques, ressalta que o avanço do mercado de trabalho na região se deu principalmente após o início da construção da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), em 2011. Ele estima que mais de 40 mil trabalhadores passaram pela construção da indústria, que atualmente emprega de 4 mil a 5 mil funcionários.
“Nosso maior atrativo é a siderúrgica e os serviços de empresas ligadas a ela, assim como o próprio Porto do Pecém. Esses geram muitos empregos. Eu até brinco que a CSP parece uma minicidade”, ressalta Marques. Ao longo dos anos, o gerente lembra que mais empresas foram se instalando no Cipp, contribuindo para a expansão do mercado de trabalho do entorno.
Ele ainda destaca a continuidade dos serviços prestados na instituição mesmo com o distanciamento social. “Apesar da pandemia, conseguimos, através das atividades online, manter os serviços funcionando e dar continuidade aos processos de contratação para empresas e atividades que não pararam”. 
Marques admite que outros negócios da região suspenderam a operação e algumas até demitiram, como no caso das construtoras responsáveis por obras, mas acredita que com o retorno gradual, os projetos serão retomados, bem como os empregos.

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