sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Agenda de desestatização une parceiros públicos e privados no BNDES

Joaquim Levy, presidente do BNDES e Paulo Guedes, Ministro da Economia
no evento marcou a conclusão do trabalho do Banco na estruturação dos
projetos de desestatização das distribuidoras do Sistema Eletrobras.
Nesta sexta-feira, 8, aconteceu o seminário ”Desestatizações no Setor Elétrico: Distribuidoras federalizadas, o papel do BNDES e parceiros institucionais”, com as presenças do ministro da Economia, Paulo Guedes, do presidente do BNDES, Joaquim Levy, ministros e autoridades do Governo Federal, agências reguladoras, Eletrobras e as companhias vencedoras dos leilões. O evento marcou a conclusão do trabalho do Banco na estruturação dos projetos de desestatização das distribuidoras do Sistema Eletrobras. 

As distribuidoras Amazonas Energia, Boa Vista Energia, Cepisa, Ceal, Eletroacre e Ceron — federalizadas nos anos 1990 como parte do programa de saneamento fiscal dos Estados — foram, em 2016, qualificadas pelo Programa de Parceiras de Investimentos (PPI), tornando-se elegíveis para privatização. Coube então ao BNDES executar o processo, papel definido no Programa Nacional de Desestatização, conforme a Lei n. 9491/1997. 
De novembro de 2016 a dezembro de 2018, a Área de Desestatização e Estruturação de Projetos do BNDES realizou etapas de estudos técnicos de modelagem, articulação com os governos estaduais, investidores, Elebras e órgãos de controle, assim como o acompanhamento dos leilões e eventos de liquidação. 
Para o presidente Levy, o papel do Banco de desenvolvimento na solução dos problemas de infraestrutura vai além da excelência na execução técnica que é típica do BNDES, cobrindo também a articulação com o poder concedente, agências regulatórias, investidores e órgãos de controle. “Além da agilidade e qualidade, buscamos cooperar com parceiros institucionais para garantir a conformidade e segurança jurídica capazes de tornar o ativo interessante para o setor privado e trazer o melhor para a sociedade”, disse ele na abertura do seminário. 
A visão de mercado e conhecimento setorial das equipes do BNDES foram comparadas por Levy à capacidade do banco usar seu balanço no financiamento de projetos.  Ele sublinhou que o BNDES está pronto para cooperar na desestatização e nas novas concessões em logística, saneamento e transporte de gás natural, entre outros setores, sublinhando que “a maior contribuição que o BNDES oferece muitas vezes são seus recursos humanos, experiência e capacidade de equilibrar diferentes interesses. Fornecemos soluções que trazem vantagens para todos os lados: investidores, Estado e sociedade”. 
Seguindo-se à fala do presidente, o primeiro painel do evento — “Distribuição de Energia Elétrica, Desenvolvimento e Mercados” — contou com a participação dos ministros Paulo Guedes, general Carlos Alberto dos Santos Cruz (Segov), José Mucio Monteiro Filho (TCU) e da secretária executiva Marisete Pereira, representando o ministro Almirante Bento Albuquerque (MME). 
Segundo Paulo Guedes, é necessário completar a transição de modelo econômico — praticado nas últimas décadas —, diminuindo a participação de empresas estatais nas áreas de infraestrutura e incentivando estados e municípios a atuar com mais eficiência em saúde, educação e segurança pública. 
Para Guedes, o BNDES pode exercer papel transformador, ajudando a superar os problemas causados por estatais disfuncionais e viabilizar novas concessões, inclusive no nível dos estados. “O modelo de desestatização aplicado às distribuidoras deve ser reproduzido em outros setores. Há muito trabalho a fazer”, sinalizou. A fala foi acompanhada pelo ministro Santos Cruz. Segundo ele, “O investidor precisa de qualidade técnica, segurança jurídica e honestidade para investir. E esse será o nosso foco”. 
A secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Pereira, destacou que outro ponto fundamental para o sucesso é a articulação entre os atores envolvidos: “Só conseguimos sucesso na desestatização das distribuidoras porque vários órgãos trabalharam com o mesmo objetivo", disse. Na mesma linha o presidente do TCU, José Mucio, afirmou que o Tribunal quer ser um parceiro das iniciativas desde o início, já incorporando a competência do órgão de controle. 
Participante do segundo painel — “Desestatização das Distribuidoras Federalizadas" — o secretário Especial de Desestatização e Desinvestimento, Salim Mattar, defendeu que o BNDES deve utilizar “a expertise acumulada na estruturação de privatizações e PPPs” para contribuir em processos semelhantes ao das distribuidoras. 
Também presente ao segundo painel, o secretário especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Adalberto Santos de Vasconcelos, destacou o que ele considera um dos principais gargalos para o país avançar na melhoria d esua infraestrutura: "Quando entrei no PPI existia uma carteira de obras, hoje, temos uma excelente carteira de projetos”, disse. 
Participaram ainda do encontro o presidente da Eletrobras, Wilson Júnior, e representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Energisa, Equatorial, Oliveira Energia. Com a realização dos leilões das seis distribuidoras, Wilson Araújo prevê alívio no balanço da holding, com a interrupção dos aportes de recursos públicos e a transferência de R$ 9,3 bilhões em dívidas para os controladores privados.   
Também se espera uma rápida melhora nos serviços de distribuição de energia aos estados atendidos, beneficiando cerca de 13,6 milhões de pessoas. Os novos controladores — Energisa, Equatorial e Oliveira Energia — se comprometeram a capitalizar as empresas em R$ 2,4 bilhões e a investir, nos próximos cinco anos, R$ 6,7 bilhões na melhoria e expansão dos serviços de distribuição de energia. 
Fonte: Assessoria de Imprensa BNDES

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Projetos de inovação de alunos do SENAI Ceará disputam premiação nacional

Os projetos dos alunos do SENAI concorrerão em todo Brasil
Seis projetos de inovação desenvolvidos por alunos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI Ceará) estão em votação na plataforma do Itinerário SENAI de Inovação, concorrendo com projetos de todo Brasil no Desafio SENAI de Projetos Integradores. Eles foram os vencedores da etapa estadual, realizada em novembro de 2018. Os projetos dividem-se em duas categorias: Aprendizagem e Técnico. A votação acontece até 6/2.
Nessa etapa nacional, estão disputando os votos, na categoria Aprendizagem, os projetos QR Log, Nobreak Econômico e Processo Eficiente de Reutilização de Retalhos. Na categoria Técnico, concorrem os projetos Dispara Roupas, My Squad – Personal Shopper System (PSS) e Rainbow – Coco Kahlo.
Como prêmio, os vencedores serão premiados com troféu para a equipe, certificado e medalha para cada participante e curso presencial a ser escolhido por cada participante no valor de até R$ 1.000,00. Para votar, basta acessar o link de cada projeto e clicar em curtir, no canto esquerdo da página, abaixo do botão "DETALHES".
Projetos em votação
QR Log - Realiza controle de bens materiais da empresa e de sua transferência de local/setor, com intuito de facilitar a checagem da carga patrimonial, facilitando sua rastreabilidade. O projeto possibilitará realizar inventário de patrimônio e acompanhar a movimentação de bens de maneira mais rápida, prática e segura, necessitando apenas de um dispositivo Android, reduzindo custos e mão de obra.
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Nobreak Econômico - Busca reduzir os custos adicionais na conta de energia cobrados em horário de pico por meio de monitoramento do consumo em tempo real em KWh dos equipamentos acoplados ao equipamento via internet para maior controle dos gastos mensais com energia elétrica.
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Processo Eficiente de Reutilização de Retalhos - Utilizar retalhos que estariam sendo descartados na natureza, triturando-os para revestir necessaires para acondicionar lingeries produzidas para comercialização. O projeto visa diminuir o desperdicío de materiais gastos no processo de fabricação de lingeries (setor de corte) agregando valor ao produto final e lucros à empresa.
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Dispara Roupas - Equipamentos que diminuem tempo de confecção e, consequentemente, aumento de produção. Por meio de esteira, bancada, sensores e balança busca manter produção individual linear e constante por meio da determinação do ritmo de trabalho do operador de máquinas de costura, diminuir quantitativo de auxiliares de produção para retirada de peças produzidas, valendo-se do uso de dispositivos de segurança para parada de movimento diante de imprevistos que possam surgir e controlar a contagem de peças sem a necessidade da conferência manual por um auxiliar de produção a cada hora do dia.
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My Squad – Personal Shopper System (PSS) - Aplicativo para tablet e celular que permite visualização tridimensional de todos os produtos expostos através do reconhecimento via QR code/código de barras/imagem; localização da peça verificando a disponibilidade da mesma no estoque ou em qualquer ambiente da loja, caso não seja visível em sua arara (através do RFDI/GPS); interação do consumidor com tamanho, cor, modelo e texturas dos tecidos disponíveis do produto; possibilidade de compra e reserva de peças.
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Rainbow – Coco Kahlo - Cartilha digital com normas estabelecidas, desde os direitos trabalhistas aos sociais, com objetivo de proteger e pôr em prática os direitos das mulheres dentro das indústrias, dos comércio e das instituições de forma educativa, estando a mesma disponível online em um site próprio para consulta de todos, com versão em PDF para downloads ou consulta virtual, selo de compromisso e ranking, valorizando a indústria a partir das boas práticas e fomentando a motivação das colaboradoras.
Clique AQUI para votar.
 

Desafio SENAI de Projetos Integradores
É uma iniciativa do SENAI para desenvolver, em seus alunos de cursos técnicos, a capacidade de trabalhar em grupo, propor ações inovadoras e pensar de forma empreendedora. Essas competências são cada dia mais requeridas nas organizações, onde o trabalho em equipe com profissionais de diversas áreas tem se mostrado fundamental para o sucesso de uma ação. O Desafio é dividido em duas etapas: regional e nacional.

Fonte: Comunicação Sistema FIEC

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Obstáculos elevam custos em até 20% em portos do CE

O Porto do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, 
é um grande exportador de placas de aço.
Foto: Natinho Rodrigues
Um documento elaborado pela Câmara Setorial de Logística do Ceará (CSLog), e obtido com exclusividade pelo Sistema Verdes Mares, aponta diversos entraves nos Portos do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, e do Mucuripe, em Fortaleza, que emperram os processos de exportação e de importação de mercadorias. Segundo especialistas, os custos dessas deficiências estruturais e de pessoal refletem diretamente nas receitas das empresas e, consequentemente, nos preços dos produtos para os consumidores. Cálculos indicam aumento de até 20% no custo para vender ao exterior a partir dos portos cearenses.
“O maior problema que eu acho é a inexistência de um plantão 24 horas, de segunda a segunda, nos dois portos. Quando chega um navio na sexta-feira, não há como descarregar porque não tem gente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Um navio parado é cerca de US$ 21 mil que o operador portuário paga que no fim quem arca é o consumidor. É um absurdo isso porque eles não têm reposição de gente. É uma série de fatores que eles precisam solucionar e que o setor produtivo não pode ficar a mercê de uma legislação interna”, declara o presidente da CSLog e coordenador do Núcleo de Infraestrutura da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Heitor Studart.
Segundo Studart, muitos navios que passam pelo Ceará precisam atracar em outros portos, como Suape (PE), Rio de Janeiro (RJ) e Santos (SP) porque não há expediente dos órgãos anuentes nos fins de semana no Pecém e no Mucuripe. “Os navios estão passando direto para outros portos porque não tem plantão sábado e domingo. Quanto é o prejuízo disso para a economia cearense? Depois essa carga vem via modal rodoviário. O prejuízo é incalculável. Muitas cargas vivas, como peixes, ficam confinadas em pequenos reservatórios aguardando o pessoal dos órgãos chegar na segunda-feira. Morre metade da carga”. 

Por 
Com DIÁRIO DO NORDESTE

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Ceará é o segundo maior exportador brasileiro de pás e geradores eólicos

As pás e geradores eólicos representam a totalidade das vendas ao exterior,
sendo o valor exportado pelo Ceará o 2° maior do país.
O ano de 2018 encerrou com o Ceará ocupando a posição de segundo maior estado exportador do setor de energias renováveis do Brasil. Ao longo do ano, o segmento enviou ao exterior US$ 63,2 milhões, valor que representa um crescimento de 146,8% em relação ao montante exportado em 2017. Os dados são do estudo Ceará em Comex, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC.  
O estado também é notável em consumo no exterior. Foram importados pelo Ceará US$ 89,7 milhões, 4° maior valor do país, tendo crescido 480,6% entre 2018 e 2017. Percebe-se assim que atuação do estado no comércio de insumos utilizados na produção de energias limpas se consolida a cada ano.
As pás e geradores eólicos representam a totalidade das vendas ao exterior, sendo o valor exportado pelo Ceará o 2° maior do país. Os Estados Unidos compraram a maior parte, com US$ 47,6 milhões, enquanto a Alemanha, que ficou em segundo, importou US$ 15,3 milhões. O montante adquirido pelo mercado americano, no setor, cresceu mais de 9000 pontos percentuais comparando-se a 2017.
Em relação às importações, o item mais comprado foram células fotovoltaicas, que totalizaram US$ 60 milhões, o que representa um aumento de mais de 100 vezes em comparação ao montante do produto em 2017. Em seguida, estão as partes de outros motores, cujo Ceará totaliza US$ 27,7 milhões em aquisições. O maior fornecedor é a China, que vendeu ao estado cearense US$ 79,8 milhões. O parceiro asiático, que vem aumentando sua importância, avançou suas vendas ao Ceará em 2435% no período analisado.
Fonte: Assessoria de comunicação FIEC

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Sedet recebe potenciais investidores em energia solar

Investidores do grupo Sol Poente em reunião com os secretários
Maia Júnio (Sedet) e Arialdo Pinho (Turismo) discutindo projeto
de Energias Renováveis para o município de Caucaia/Ce.

O Secretário do Desenvolvimento Econômico e Trabalho do Ceará (Sedet),  Maia Júnior, recebeu em seu gabinete representantes da empresa Sol Poente Energias Renováveis que tenta viabilizar projeto para  instalação de uma usina solar no município de Caucaia capaz de produzir 65 MegaWatts de energia.
Os investidores pretendem adquirir um terreno de 140 hectares da Companhia de Desenvolvimento do Ceará (Codece), vinculada à Sedet, às margens da BR 222, onde pretendem instalar em várias fases do projeto 180 mil módulos fotovoltaicos. A primeira fase do empreendimento tem previsão de investimento de R$ 33 milhões para produção de cinco MegaWatts.
De acordo com o engenheiro e consultor técninco do projeto, Augusto Oliveira, oito parceiros vão participar do projeto, incluindo a fornecedora de painéis solares Canadian Solar. “O projeto está em fase avançada, restando basicamente resolver questões jurídicas para a aquisição plena do terreno em Caucaia, que pertence à Codece”, observou.
O secretário Maia Júnior pediu à Codece pressa na resolução dos entraves para a negociação do terreno. “Energias renováveis é uma das nossas prioridades. Queremos nos próximos anos retomar a liderança nacional nesse segmento. Nossa missão aqui é facilitar ao máximo a vida do investidor” ponderou.
Na avaliação do secretário não deve ocorrer problemas em relação ao terreno, que está ocioso, pois a provável negociação “vai trazer recursos extras para o caixa do Governo, gerar empregos e elevar a produção de energia renovável no Ceará”. Maia Júnior, contudo, sugeriu aos investidores que pensassem também em atrair  indústrias de painéis solares para o Ceará.
Fonte: Assessoria de Comunicação da Sedet

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Exportações do setor têxtil cearense apresentam queda em 2018

O saldo comercial se mantém negativo, mas, devido à queda
do valor exportado acompanhada de uma redução ainda
maior das importações, exibiu uma alta de 9,4%.
Apesar da leve queda de 7,3%, em comparação à 2017, as vendas externas do setor têxtil cearense em 2018 apresentaram um valor alto, contabilizado em US$ 35,1 milhões. Nas importações, também pode-se observar uma retração de 8,8%, totalizando US$ 125,7 milhões. O saldo comercial se mantém negativo, mas, devido à queda do valor exportado acompanhada de uma redução ainda maior das importações, exibiu uma alta de 9,4%. Na análise dos produtos, percebe-se que ”tecidos de cujo algodão represente menos de 85 % do peso” mantém a liderança nas exportações, com 56,3% do total das vendas externas, US$ 19,7 milhões ao todo. Os dados são do estudo setorial Ceará em Comex sobre o segmento têxtil, realizado pelo Centro Internacional de Negócios da FIEC, relativo ao período janeiro-dezembro de 2018.
Já no âmbito das importações, a liderança fica com “Fios texturizados de poliésteres, crus”, contabilizando US$ 13,1 milhões. A Argentina é o principal destino das exportações, sendo responsável por 38,6% das vendas externas têxteis cearenses, com um total de US$ 13,5 milhões. A Colômbia, por sua vez, segunda colocada, demonstrou um significativo aumento, de 204,9%, com US$ 3,59 milhões comprados do Ceará em 2018.
A China possui a liderança como principal fornecedor do Estado, com US$ 58,8 milhões. Vale destacar a crescente relação da Índia e do Equador com o Ceará, que se materializou num aumento nas importações de 92,5 e 113,3 pontos percentuais, respectivamente.
Saiba mais
O Centro Internacional de Negócios auxilia as empresas na inserção no mercado internacional, promovendo a cultura exportadora no Estado do Ceará. O CIN faz parte da Federação das Indústrias do Estado do Ceará - FIEC, que junto com Serviço Social da Indústria - SESI Ceará, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial - SENAI Ceará e Instituto Euvaldo Lodi - IEL Ceará formam o Sistema FIEC.
Fonte: Assessoria de Comunicação FIEC

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Vila Galé anuncia aumento de 20% no faturamento das unidades do Brasil em 2018

Vila Galé Touros/RN inaugurada em setembro de 2018 com 514 acomodações,
infraestrutura de lazer completa e um investimento de R$ 150 milhões de reais
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A Vila Galé, maior rede de resorts do país, anuncia faturamento de R$ 318 milhões de reais no ano de 2018 nas suas nove unidades no Brasil. O valor representa um aumento de 20% em comparação ao faturamento do ano anterior, que foi de 265 milhões de reais. No ano anterior, foram contabilizados 535 mil quartos ocupados, cerca de 8% a mais que em 2017.

“Os resultados positivos são reflexos da estratégia adotada pela Vila Galé em 2018, com foco nas inovações no entretenimento e na oferta gastronômica, bem como no investimento e lançamento de novos projetos. Em 2018, lançamos um novo conceito de alimentação, o restaurante Massa Fina, que tornou-se uma submarca do grupo; renovamos o Clube Nep (área kids) de algumas unidades, incluindo trampolim do NEP; criamos o “Espaço Galera”, para os adolescentes e, também, inauguramos o maior resort all inclusive de todo o Rio Grande do Norte. Ao todo, foram investidos cerca de R$ 20 milhões de reais em renovações e remodelações. Para este ano, estamos preparando diversas inovações em nossas unidades e passaremos a ter novos produtos a serem oferecidos ao público”, enfatiza José António Bastos, Diretor de Operações Brasil.

Em 2018, os brasileiros mantiveram-se como o principal público nos hotéis Vila Galé no Brasil, representando cerca de 88% do total, seguidos da Argentina e Portugal. No território brasileiro, foram criados cerca de 400 novos postos de trabalho.
Já em Portugal, onde a rede detém 23 hotéis, o grupo teve receita de 112 milhões de euros, que comparam com os 106 milhões registados no exercício anterior. No ano passado, no mercado nacional, contabilizaram-se cerca de 977 mil quartos ocupados, em linha com 2017.
Em termos de resultados globais, os 32 hotéis da Vila Galé alcançaram um volume de negócios de 184 milhões de euros em 2018, mais 6% do que em 2017.

Novos Projetos: Seis unidades devem ser inauguradas

Jorge Rebelo, presidente da rede Vila Galé em entrevista publicada neste blog,
anunciava seu próximo investimento no Brasil: Bahia!
Após o lançamento do Vila Galé Touros, o maior resort all inclusive do Rio Grande do Norte, com 514 acomodações, infraestrutura de lazer completa e um investimento de R$ 150 milhões de reais, a rede Vila Galé anuncia novos projetos em São Paulo e na Bahia. 
O Vila Galé Costa do Cacau, localizado nas proximidades de Ilhéus, na cidade de Una, litoral da Bahia, deverá entrar em operação em 2021 e terá 467 unidades habitacionais. O resort será all inclusive e deverá seguir o mesmo padrão dos demais, com investimento previsto de R$ 150 milhões de reais.
Outra novidade é a chegada do grupo à São Paulo com o hotel Vila Galé Paulista. Com foco no público corporativo, o empreendimento terá 110 unidades habitacionais e um investimento estimado de R$ 80 milhões de reais.

Já em Portugal, a rede breve a abertura do Vila Galé Collection Elvas, no Alentejo, em abril deste ano, com investimento estimado de mais de oito milhões de euros. E também a primeira fase do Vila Galé Douro Vineyards, em Lamego, inicialmente com sete quartos que, na segunda etapa, prevista para 2020, passarão a 49, num investimento total a rondar os dez milhões de euros.
No último trimestre de 2019, também está prevista a inauguração do Vila Galé Serra da Estrela, em Manteigas, primeiro hotel de montanha do grupo, com investimento superior a dez milhões de euros.
Já em 2020, a rede deve concretizar a abertura do Vila Galé Alter Real, no Alentejo, em Portugal.
Ao todo, a rede Vila Galé planeja contar com 38 unidades no mundo em 2021.


Sobre o Grupo Vila Galé
Vila Galé é responsável pela gestão de 32 unidades, sendo vinte e três em Portugal e nove no Brasil (Angra dos Reis/RJ, Rio de Janeiro/RJ, Fortaleza/CE, Guarajuba/BA, Salvador/BA, Cabo do Santo Agostinho/PE, Touros/RN e duas em Cumbuco/CE). Atualmente com cerca de 3.200 funcionários, o Grupo detém a maior rede de resorts do país. Em 2018, a rede Vila Galé teve faturamento de ‎€ 184 milhões de euros, considerando todas as unidades hoteleiras no mundo.  A rede ainda prevê a abertura de novos hotéis no Brasil, nomeadamente Vila Galé Costa do Cacau, em Una (BA) e Vila Galé Paulista, em São Paulo (SP). Já em Portugal, as novas unidades são Vila Galé Elvas, no Alentejo; Vila Galé Serra da Estrela, em Manteigas; Vila Galé Douro Vineyards, em Lamego e Vila Galé em Alter do Chão, região de Portalegre. Saiba mais sobre os hotéis Vila Galé no Brasil e Portugal em www.vilagale.com

Fonte: Assessoria de Comunicação Brasil