sexta-feira, 12 de abril de 2013

Exportações cearenses registram nova queda

Queda no primeiro trimestre chegou a 16,2%
As exportações cearenses totalizaram US$ 275,6 milhões no primeiro trimestre de 2013, queda de -16,2 em relação o mesmo período de 2012, quando o estado vendeu US$ 328,8 milhões. Calçados, couros, frutas, ceras vegetais, castanha de caju, sucos e óleos lubrificantes respondem por mais da metade das vendas cearenses no período. Destaque também para o comércio de geradores/eletroeletrônicos (US$ 13,6 milhões) e químicos (US$ 5 milhões). Os números são da pesquisa Ceará em Comex, elaborada pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) a partir de dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Com esse resultado, o Ceará representa 0,54% das exportações brasileiras, de janeiro a março deste ano. Dentre os estados do Nordeste, o estado ocupa a quarta posição, com 16,2% de participação.  O principal destino dos produtos cearenses é a União Europeia, que responde por mais de 30% do valor exportado, tanto no mês de março, quanto no acumulado do ano. As exportações para a China e os Estados Unidos têm diminuído, e alguns países europeus, africanos e sul-americanos vêm ganhando destaque, como Argentina, Alemanha, Colômbia e Nigéria. 
Quanto às importações de janeiro a março de 2013, o valor foi de US$ 801,5 milhões, incremento de 31,9% em relação ao mesmo período de 2012 (US$ 525.8). Em relação às importações brasileiras, a participação do Ceará passou de 1,01% em 2012 para 1,46% em 2013. O destaque é a evolução registrada nos setores de ferro e aço (US$ 2 milhões em janeiro, US$ 88 milhões em fevereiro e US$ 136 milhões em março). Com trigo e combustíveis, esses setores representam 57,3% das compras cearenses. 
Considerando o valor importado, Trinidad e Tobago, com US$ 50.7 milhões, foi o principal país de origem em março. Com China e Argentina, no acumulado do primeiro trimestre, são os países mais representativos, com valor importado acima de US$ 100 milhões cada. 

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